Em pouco mais de um ano em funcionamento, o Saer/SaraSul já fez mais de 200 missões aeromédicas e foi decisivo para salvar centenas de vidas - Foto: Polícia Civil de Santa Catarina

Presidente da Amurel e gestor de Pedras Grandes, Agnaldo Filippi deve apresentar para para o conselho de prefeitos da Amurel a proposta de as 18 cidades associadas auxiliarem no custeio do Serviço de Atendimento de Resgate Aeromédico do Sul (SaraSul). O pedido de rateio partiu do diretor da Associação dos Municípios da Região Carbonífera (Amrec), Nelson Silva. Hoje, o serviço é mantido exclusivamente pelos 12 municípios agregados à entidade da Região Carbonífera, por meio do Consórcio Multifinalitário (CIM Amrec), em parceria com a Polícia Civil de Santa Catarina.

Contudo, embora somente estas 12 cidades custeiem o helicóptero, o serviço é prestado para todo o Sul catarinense. O mesmo convite de participação será levado para a Associação dos Municípios do Extremo Sul Catarinense (Amesc), com sede em Araranguá, onde o SaraSul também assiste a população nos casos de urgência e emergência. Atualmente, a manutenção do serviço tem um custo total de R$ 96.233,86 por mês. O valor é proporcionalmente dividido entre as cidades conforme o número de habitantes. 

Implantado em 21 de dezembro de 2020 em Criciúma, o SaraSul já salvou centenas de vidas em toda a região Sul. A aeronave utilizada é do Serviço Aeropolicial (Saer) da Polícia Civil. Além dos agentes, uma equipe completa de profissionais de saúde tripula o helicóptero que presta apoio policiar-me também em saúde para o Corpo de Bombeiros Militar, Bombeiros Voluntários e Comunitários, Samu, hospitais, clínicas, SC Transplantes, Guardas Municipais e a qualquer outra instituição que acione o serviço e tenha uma ocorrência onde a vida de uma ser humano dependa da agilidade do helicóptero para sobreviver.

 

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