O júri técnico do Paris Film Awards, composto por Maddalena Kingsley, Johane Chagnon e Nikita Hattangady, concedeu o prêmio de melhor longa-metragem do festival para o filme catarinense Albertina (2020). A seleção do longa de Imaruí havia sido anunciada em fevereiro. Além disso, a película também rendeu a menção honrosa de melhor diretor a Luiz Fernando Machado. “Concorrer com grandes obras mundiais é muito importante pois se converte em edificação social, cultural, turística e econômica, além, é claro, de levar temáticas regionais para as telas do mundo através de obras de qualidade internacional”, comemora o diretor de arte de Albertina, Avelino Los Reis.

A participação do filme no Paris Film Awards é fruto do investimento da Secretaria de Turismo da Prefeitura de Imaruí na difusão da biografia de Albertina Berkenbrock. Ao todo, o filme da Santinha, que nasceu e morreu na pequena comunidade de São Luiz, em Imaruí, acumula 31 prêmios nacionais e internacionais e está disponível no Brasil nas plataformas streaming Now, Vivo Play, Latam, Looke e Lumine TV. Fora do país, o filme pode ser visto no México, na plataforma Klic, e até o fim deste semestre deverá ganhar espaço nos principais streams na Europa.

O longa-metragem Albertina é fruto de um curso popular de cinema implantado pela Companhia Boanova de Cinema na região Sul de Santa Catarina. Foram integrados em torno de três populares ao projeto, em sua maioria da Amurel. O filme é uma produção catarinense independente e conta a história de Albertina, filha de colonos descendentes de alemães católicos que, mesmo em tenra idade, encontra a serenidade e o conforto espiritual na fé. Morta aos 12 anos tentando se defender de um ataque, Albertina foi declarada oficialmente beata pela Igreja Católica Apostólica Romana em 2007.

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