Janeiro e fevereiro são meses que tradicionalmente milhares de Brasileiros aproveitam seu merecido descanso, e para tal, procuram ficar longe de tudo que se relacione ao trabalho, estudo e rotinas em geral. Mas quem foi que disse que mesmo assim não podemos continuar aprendendo? Pois o aprendizado acontece em todos os momentos e em todos os lugares, mesmo durante as férias, e pode ser de uma forma diferente das tradicionais salas de aulas.

Tanto o desenvolvimento pessoal quanto o profissional, podem ocorrer por meio da leitura de um bom livro ou assistindo a um filme, fazendo passeios ao ar livre, visitando museus e centros históricos, e até mesmo durante um bate papo com um ancião. 

Como durante todo o ano dedicamos este espaço para publicar textos com temas relacionados a Educação e Tecnologia, hoje também o faremos, porém, será de uma forma um pouco diferente. Nesta edição vou trazer a indicação de alguns autores e suas principais obras escritas como “ficção científica” nos últimos dois séculos, cujos enredos principais gradativamente têm se tornado “reais” no nosso dia-a-dia.

• Isaac Asimov

A primeira indicação de autor é Isaac Asimov,  um dos escritores de ficção científica mais reconhecido em todo o planeta, o qual estima-se que escreveu ou editor mais de 500 obras de ficção, fantasia ou não ficção (confira algumas de suas obras aqui: https://amzn.to/39NUCcn). Asimov nasceu na Rússia em janeiro de 1920 (há exatos 100 anos) e faleceu em Nova York em 1992. Dentre seus livros de ficção científica, a obra mais famosa é a Série da Fundação (confira aqui: https://amzn.to/2N1Tl80), na qual ele descreve com ricos detalhes a história de um futuro distante e como seus habitantes são influenciados por uma instituição chamada de “Fundação Enciclopédica”.  Este chegou inclusive a ser considerado um dos trabalhos mais importantes da ficção científica moderna. 

• Arthur Charles Clarke

Outro mestre da ficção é Arthur Charles Clarke (confira algumas de suas obras aqui: https://amzn.to/2QzIoN8). Nascido em dezembro de 1917 viveu até seus 90 anos, vindo a falecer em março de 2008. Durante sua carreira escreveu centenas de livros e ensaios de divulgação científica e de ficção científicas. Dentre suas obras mais conhecidas, destacam-se 2001: Uma odisseia no espaço (confira aqui: https://amzn.to/2N3FdLm), obra que inspira o filme de mesmo nome dirigido por outro gênio, o cineasta Stanley Kubrick (confira algumas de suas obras aqui: https://amzn.to/2FtS6dC). 

• Júlio Verne

Não podemos esquecer de citar também Júlio Verne, considerado o pai da ficção científica, (veja algumas de suas obras aqui: https://amzn.to/39Nk2aa). Nasceu em Fevereiro de 1828 e viveu até março de 1905, tempo suficiente para escrever dezenas de obras, das quais podemos destacar algumas mundialmente conhecidas: Vinte mil léguas submarinas (veja aqui: https://amzn.to/36y4y7H), Viagem ao centro da terra (veja aqui: https://amzn.to/2T1ZHYM), Da terra a lua (veja aqui: https://amzn.to/2uljAzw), Volta ao mundo em 80 dias (veja aqui: https://amzn.to/35vUFq6), e muito mais. Muitas destas obras inclusive viraram filmes.

Nesta lista ainda devemos citar Philip K. Dick (veja algumas de suas obras aqui: https://amzn.to/35CZkGR), Herbert George Wells ou simplesmente H.G.Wells (veja algumas de suas obras aqui: https://amzn.to/36y6ahL) com sua obra clássica A guerra dos mundos (veja aqui: https://amzn.to/2T0eMtO), Aldous Leonard Huxley (veja aqui: https://amzn.to/36A2zQi) com a sua obra Admirável mundo novo (veja aqui: https://amzn.to/2QThjDj), George Orwell (veja aqui: https://amzn.to/2ZX74Cc) com seu livro 1984 e A revolução dos bichos, dentre muitos outros autores.

A leitura de ficção científica além de ser muito prazerosa, também nos conduz para mundos alternativos que possibilitam nossa imaginação fluir livremente, além do que, nos ajudam a  entender melhor o mundo em que vivemos, pois muito do que foi narrado há décadas atrás, de uma forma ou outra já estão se tornando realidade.

Aproveite suas férias, viaje, descanse, passeie, e quando quiser relaxar, leia um bom livro.

“A vida imita a arte, ou será a arte que imita a vida? ”