Tubarão

Os números de apreensões de arma de fogo impressionam na região. Em menos de um ano, 271 equipamentos de vários calibres e tipos foram retiradas de circulação. Tudo estava nas mãos de marginais. A maioria foi recolhida pelas polícias Militar e Civil de Tubarão. A cidade Azul é a que registra maior índice de criminalidade do sul de Santa Catarina.

E, para garantir o destino correto das armas, a seção de fiscalização de produtos controlados da 3ª Companhia do 63º Batalhão de Infantaria do Exército em Tubarão, incinerou uma caixa com 300 quilos de ‘ferro’ ontem.

O local escolhido foi uma fornalha com temperatura acima de mil graus na empresa Hipper Freios, em Sangão. Além de soldados da companhia, patrulheiros da Polícia Rodoviária Federal (PRF) de Tubarão escoltaram a carga.
“Antes mesmo de destruir de vez estas armas, nós as prensamos para inutilizá-las. São todas armas liberadas pela justiça após a conclusão de processos”, explica o sargento César Marques, do Exército.

A maior parte do armamento era de revólveres (153 unidades). Quase 80 espingardas de grosso calibre também estavam no pacote destruído. As balas que são apreendidas pela polícia e liberadas pela justiça são desmontadas e inutilizadas em um procedimento feito também pelo Exército.