Maycon Vianna
Laguna

Os investigadores da Polícia Civil de Capivari de Baixo realizaram, na tarde desta sexta-feira, por volta das 15h30min, a incineração de drogas apreendidas nos últimos três anos. Ao todo, 71 procedimentos resultaram na apreensão de maconha, crack e cocaína.

Os policiais aguardavam a decisão judicial que saiu esta semana para poder ‘livrar-se‘ dos entorpecentes. “Não dá para precisar qual será a próxima incineração. Isso depende muito da quantidade de droga apreendida nas operação policiais. Mas costumamos realizar a queima sempre que armazenamos uma certa quantidade e após a justiça autorizar”, diz o delegado da Polícia Civil Cezar Augusto Cardoso Reynauld.
Os entorpecentes ficam guardados em segurança no cofre da delegacia e os policiais não costumam divulgar a quantidade de drogas que fica no local. “É uma questão de garantir a integridade do nosso efetivo. Geralmente, não é muita droga”, relata o delegado.

O material foi incinerado na empresa de reciclagem Louber, localizada no CTG do Tio Preto, em Laguna. O fogo é feito com o lixo hospitalar e com o auxílio de dois ventiladores que giram em alta velocidade e fazem as chamas. “A temperatura no forno é de aproximadamente mil graus. As chamas consumiram as drogas em menos de 30 segundos”, relata o comissário Paulo José Cândido, da Polícia Civil de Capivari de Baixo.
As drogas foram encaminhadas ao local de incineração em duas viaturas da Polícia Civil. Estiveram presentes no momento da incineração das drogas quatro policiais civis armados e mais o delegado Cezar.

Segunda incineração
Quarta-feira, os policiais civis de Tubarão já haviam incinerado cerca de sete quilos de drogas (crack, maconha, cocaína e ecstasy). A queima dos entorpecentes foi acompanhada pela delegado Damázio Britto, da Central de Polícia Civil de Tubarão.