Paulinho Sachetti
Armazém

A Polícia Civil de Armazém começa a investigar uma onda de tacógrafos em alguns ônibus e caminhões da cidade. Muitos donos de veículos já acumulam um sério prejuízo com este tipo de crime. Um deles é o motorista Júlio Lopes. Ele tem um microônibus e transporta alunos todos os dias para Tubarão. As suas viagens só não foram comprometidas porque a Polícia Militar Estadual Rodoviária do posto de Gravatal lhe deu um prazo de seis meses para adquirir um outro equipamento.

De acordo com Júlio, um tacógrafo pode custar entre R$ 600,00 e R$ 1,2 mil, dependendo da marca. “É muito difícil comprar um equipamento deste na situação em que vivemos. Não sei como furtaram o meu, mas os ladrões devem ter entrado pela janela do microônibus. Tive um sério prejuízo com este furto e agora preciso comprar outro. Tenho alguns amigos que passam pelo mesmo problema”, lamenta o motorista.

O tacógrafo é um acessória que marca a velocidade e o história do veículo. Todos os caminhões, microônibus e ônibus são obrigados por lei a trafegarem com este equipamento.