#Pracegover Foto: na imagem há um homem de calça, blusa de lã, tênis, boné e segurando um celular
#Pracegover Foto: na imagem há um homem de calça, blusa de lã, tênis, boné e segurando um celular,

Há 105 dias, a dúvida sobre o paradeiro de Moisés Torquato Amorim, o Dédo de 33 anos, atormenta os familiares e amigos do homem. Em 20 de janeiro, ele saiu de casa, no bairro Alvorada, em Capivari de Baixo, onde morava com a mãe. Desde então, A Polícia Civil investiga o caso.

Segundo a irmã de Dédo, Nazaré Torquato Amorim, a aflição tomou conta da família.  Ela conta que o irmão não tinha motivo para sumir.  “Estamos totalmente às cegas. Minha mãe acorda toda noite chamando pelo nome dele, perguntando. É uma coisa que dói. São mais de três meses de dor e aflição”, expõe.

Moisés foi visto pela última vez na avenida Nereu Ramos, na cidade termelétrica, pelo sistema de videomonitoramento. Depois disso não há informações e nem sinais de onde o homem de 33 anos esteja. Um Boletim de Ocorrência (BO) foi registrado e a Polícia Civil do município investiga o caso.

A separação forçada pela ausência inexplicável é lembrada na irmã que espera pelo irmão há 105 dias. Quando saiu de casa Dédo estava com uma calça jeans, um tênis preto, uma blusa de lã cinza e com boné verde escuro da marca Nike. Ele estava desempregado e não costumava sair sem dar informações.

Santa Catarina registrou no ano passado, 219 casos de desaparecidos. Destes, 107 foram encontrados, 112 seguem sem informações e 13 óbitos. Conforme o soldado do SOS Desaparecido da Polícia Militar (PM), em Florianópolis, Guilherme Andrade Cândido, muitos familiares não cadastraram o desaparecimento. “Fizemos campanhas nas cidades para as pessoas como ocorrem esse trabalho. É necessário registrar esse desaparecimento e desta forma podemos agir”, explica.

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