Tubarão

O corpo de uma mulher – encontrado em estado avançado de decomposição enterrado entre algumas bananeiras no fundo de uma casa em uma localidade conhecida como Beco da Valdete, no bairro Oficinas, em Tubarão, na noite desta terça-feira -, prossegue no Instituto Médico Legal (IML) da Cidade Azul sem identificação oficial. Até a noite de ontem, nenhum familiar foi requisitar o corpo. Informações ainda não confirmadas indicam que a vítima deste assassinato, o sétimo do ano no município – a primeira mulher -, seria uma jovem de 29 anos que estaria desaparecida desde a última sexta-feira.

O delegado Rubem Teston da Silva avalia que somente um exame de DNA poderá resultar na identificação precisa desta vítima. Ela estaria morta há alguns dias. A ocultação do cadáver – que é um crime prescrito no artigo 211 do Código Penal Brasileiro (CPB), que indica: destruir, subtrair ou ocultar cadáver ou parte dele pode resultar em pena de reclusão de um a três anos, e multa – pode ter ocorrido pelo próprio(a) do homicídio. Mas existem suspeitas de que mais de uma pessoa teria agido, o que indicaria uma coautoria.

Segundo as autoridades, as investigações estão bem adiantadas. A equipe da Divisão de Investigação Criminal (DIC) de Tubarão, coordenada pelo delegado Rubem, elucidou praticamente 100% dos casos até agora, todos praticamente nas primeiras 48 horas após os assassinatos.