Nunca devemos julgar pessoas, fatos, entidades, governantes sem ouvir o outro lado. Aliás, não devemos julgar ninguém. Sempre ouvi comentários maldosos sobre o Samu, até que precisei deles. Na véspera de Natal, solicitei a presença do Corpo de Bombeiros, mas estava atendendo graves acidentes com vítimas, na BR-101, e indicaram-me o Samu.

Foi o que fiz e fui informada que atenderiam se fosse caso de SUS. Não era. Minha mãe precisava de uma maca urgente, não poderia ser levada de carro. Diante da minha insistência, ele disseram: “Levaremos sua mãe até o hospital (emergência) e lá a senhora toma suas providências. Aceitei. Em dois minutos, o Samu estava aqui (Zandavalle). Rápidos, eficientes e pacientes. Além do carinho com a mãe, eles dão carinho e conforto à familia.

Diante da gravidade e da urgência do atendimento, eles não titubearam e levaram minha mãe direto para o Pronto Atendimento Particular, sempre cuidando para que nada a machucasse, uma vez que havia sofrido cirurgia de fratura do fêmur. Agora, ela está no céu, feito um anjo de luz.

Minha opinião sobre o Samu mudou: além da eficiência do atendimento e rapidez, são queridos e calmos, principalmente Amanda Aparecida M. Laureth e João Carlos Corrêa. Por isso, nunca devemos julgar sem antes conhecer pessoas, fatos… É bem mais elegante e correto agradecer. Ainda há pessoas solidárias nesse mundo de Deus.

Preciso agradecer tantas e tantas pessoas, mas todas elas sabem que estão no meu coração. O pessoal do Notisul também sabe, não é? Jamais esquecerei cada gesto de amor dessa gente linda e abençoada por Deus. Muitos amigos foram à missa de Sétimo Dia da mãe ou souberam de sua morte porque leram no Notisul. Eterna gratidão a todos que me ajudaram neste momento.