De 1997 a 2002 a Área azul  de Tubarão ficou sobre o controle da Secretaria de Assistência Social, que mantinha um modelo idêntico ao praticado no estado de São Paulo, que por sinal foi copiado da cidade de Campinas, que mantém o mesmo modelo até os dias de hoje.
Os Cartões eram vendidos em mais de 40 pontos, oito jovens aplicavam advertências aos veículos que se encontravam sem o cartão de estacionamento. Essa advertência dava ao usuário três dias para cancelá-la. Somente depois era aplicada a multa por um agente de transito.  

Todo dinheiro arrecadado era convertido para um trabalho socioeducativo com cerca de 140 adolescentes ano.                                                   
Esses adolescentes recebiam meio salário mínimo, cesta básica, auxilio farmácia, lanche, atendimento médico, odontológico e psicológico, além de reforço escolar, e cursos pré-profissionalizantes.
Neste período foram mais de 940 adolescentes atendidos. Destes, somente três praticaram ato infracional e se envolveram com drogas.
Porem, alguns “entendidos” no assunto, resolveu terceirizar o serviço, dizendo que o modelo utilizado estava ilegal.  Ilegal aqui, porque em São Paulo, continua legal.
Se voltarmos ao tempo, veremos que naquela época, a população já estava acostumada ao modelo do serviço, com o destino do recurso, e o estacionamento funcionava redondinho.   E agora? Já se foram quase 12 anos e estamos vendo está bagunça que parece tão cedo não ter  fim.

Acho que é hora de repensarmos e ver o que é melhor para nossa cidade e nossa população.
Utilizamos esses recursos para atender nossos jovens, aplicá-lo no social, em serviços que podemos ver acontecer no dia a dia daqueles que mais necessitam de ajuda. Evitando assim que mais e mais jovens se envolvam nas drogas e na vida do crime.