Para os que alimentam dúvida, religiosamente falando, a vida tem por norma seu curso altamente atrelado à doutrina da divindade de acordo com a espiritualidade da natureza humana. O ciclo traduz sua ordem cronologicamente de nascer, crescer, reproduzir e morrer. Esta ainda é uma parte especulativa de uma ciência em oposição à prática, pois no entorno da cortina imaginária das pessoas existem vicissitudes que nossa limitada mente não consegue detectar. No sentido biológico, são as células ou organismos hipoteticamente preexistentes que proporcionam a nossa origem.

Na verdade, ao longo da história, foram criadas algumas teorias para tentar desvendar o grande mistério da procedência da vida. Dentre milhares de alegações, pode-se destacar a Teoria Criacionista (a vida teria sido criada na Terra por Deus), a Teoria da Panspermia (a vida teria surgido na Terra proveniente de outro planeta), a Teoria Abiogênica ou da Geração Espontânea (a vida surgiria espontaneamente e continuamente da matéria inanimada) e a Teoria da Auto-Organização (a vida teria surgido a partir da auto-organização de compostos orgânicos simples em macromoléculas que originaria as protocélulas primordiais, todos esses processos teriam ocorrido sob condições extremamente especiais), tal teoria é a mais aceita atualmente no meio científico. Entretanto, não há um consenso de como se deu esses passos iniciais ocorridos em condições especiais, sendo, ainda hoje, palco de intermináveis debates. Tudo isto fica apenas no campo das conjecturas do homem.

Outra curiosidade incessante na mente de cada de um de nós diz respeito ao planeta – se existe há pelo menos cinco bilhões de anos, certamente que neste imenso período houve verdades, óbvio, mas também algo que não condiz com a realidade por motivo de sua constante mutação. Tanto que há anos e até nos dias atuais diversas organizações científicas e teológicas confrontam-se nesta contínua, discutida e pertinente questão. Indiferentemente de inúmeras posições, há os que creem no eterno e os que apenas entendem ser o momento presencial e nada mais. Considerando-se existente no domínio das ideias e sem base material infinitamente o fundamento da obra divina é o mais confiável.

A vida chegou a tal estágio que, para alguns dos mortais, não vale mais a pena seguir no ritmo frenético, intransigente e desumano. Optar por um estilo completamente diferente do habitual é fato praticamente difícil, mas possível. Mesmo sendo de maneira restrita, alguém se arrisca a enfrentar todas as adversidades do mundo moderno. Contrariando a lógica, um economista britânico que passou os últimos 18 meses sem dinheiro, isso mesmo, longe do mundo atabalhoado e real, afirma com todas as letras que nunca foi tão feliz ou tão saudável como neste período. “Mark Boyle saiu do luxuoso apartamento para viver num simples trailer, numa região interiorana tendo um pequeno espaço de terra para o plantio e manter sua subsistência. Foi libertador.

Há desafios, mas não tenho o estresse de uma conta bancária, contas, engarrafamentos e longas horas em um trabalho do qual que não gosto”. A intenção do economista foi de mostrar as pessoas para que passem a confiar mais umas nas outras e comecem a se ajudar e trocar favores. “Se tivéssemos que plantar nossa própria comida, não desperdiçaríamos um terço dela”. A riqueza pode causar status, mas, às vezes, perde-se a dignidade. Então, por que não usarmos menos dinheiro, menos recursos e um pouco mais comunidade. Retroceder um pouco e promover uma boa introspecção é fundamental para fazer e ser respeitado na terminante caminhada da vida.