Um em cada cinco brasileiros admite dirigir usando celular, o que é um risco para acidentes de trânsito. Isso é o que mostrou a pesquisa Vigitel 2018 (Sistema de Vigilância de Fatores de Risco e Proteção para Doenças Crônicas por Inquérito Telefônico) divulgado nesta segunda-feira (24) pelo Ministério da Saúde.

Pessoas entre 25 e 34 anos (25%) e com maior escolaridade (12 anos de estudo ou mais) são as que mais apresentam esse comportamento.

As capitais que mais usam celular ao voltante são Belém (24%), Rio Branco (23,8%) e Cuiabá (23,7%), Vitória (23,3%), Fortaleza (23,2%), Palmas (22,4%), Macapá e São Luís (22,3%).

Já as com menor uso do aparelho são Salvador (14,1%), Rio de Janeiro (17,1%), São Paulo (17,2%) e Manaus (17,7%).

A pesquisa também abordou outros indicadores de ocorrência de acidentes que são direção e consumo abusivo de álcool, direção e consumo de qualquer dose de álcool e multa por excesso de velocidade.

No levantamento, 11,4% dos entrevistados afirmaram já ter recebido multa por excesso de velocidade, sendo mais homens (14%) do que mulheres (7%). O perfil e o mesmo dos dirigem falando ao celular: a maioria entre 25 a 34 anos e com maior escolaridade.

No caso das multas por velocidade, o Distrito Federal aparece com a maior proporção de casos (15,6%), seguida de Fortaleza (14,5%); Porto Alegre (14,1%); Belo Horizonte (13,7%); e Goiânia (13,6%). Já as capitais com menores índices são Manaus (0,9%); Macapá (2,7%); Belém (5,9%); Campo Grande (6,9%) e Porto Velho (7,1%).

A pesquisa também abordou outros indicadores de ocorrência de acidentes que são direção e consumo abusivo de álcool, direção e consumo de qualquer dose de álcool e multa por excesso de velocidade.

No levantamento, 11,4% dos entrevistados afirmaram já ter recebido multa por excesso de velocidade, sendo mais homens (14%) do que mulheres (7%). O perfil e o mesmo dos dirigem falando ao celular: a maioria entre 25 a 34 anos e com maior escolaridade.

No caso das multas por velocidade, o Distrito Federal aparece com a maior proporção de casos (15,6%), seguida de Fortaleza (14,5%); Porto Alegre (14,1%); Belo Horizonte (13,7%); e Goiânia (13,6%). Já as capitais com menores índices são Manaus (0,9%); Macapá (2,7%); Belém (5,9%); Campo Grande (6,9%) e Porto Velho (7,1%).

Dirigir após o consumo de bebida alcoólica segue o mesmo padrão dos demais comportamentos, sendo mais frequente em homens na mesma faixa etária de 25 a 34 anos com escolaridade alta.

Nessa categoria, as capitais com maior proporção são Palmas (14,2%); Teresina (12,4%); Florianópolis (12,1%); Cuiabá (9,9%) e Boa Vista (9,3%). Já as com menores, Recife (2,2%); Rio de Janeiro (2,9%); Vitória (3,2%); Salvador (3,6%) e Natal (4,2%).

O Vigitel é uma pesquisa realizada pelo Ministério da Saúde em todas as capitais dos 26 Estados brasileiros e no Distrito Federal. Nesta edição, foram entrevistadas 52.395 pessoas, maiores de 18 anos, entre fevereiro e dezembro de 2018.

Os acidentes de trânsito são a segunda maior causa de mortes externas no país. Mais de 35 mil pessoas morreram em decorrência de acidentes de trânsito e 166 mil foram internadas no país, em 2017, último boletim.