Trabalhos na SC-100, entre Laguna e Jaguaruna, estão dentro do cronograma. A parte referente ao ramal para o Farol de Santa Marta, que será calçada com paralelepípedos, começará a ser feita somente em março do próximo ano, para não atrapalhar o turismo.
Trabalhos na SC-100, entre Laguna e Jaguaruna, estão dentro do cronograma. A parte referente ao ramal para o Farol de Santa Marta, que será calçada com paralelepípedos, começará a ser feita somente em março do próximo ano, para não atrapalhar o turismo.

Zahyra Mattar
Laguna

Apesar dos atrasos gerados pela falta das licenças ambientais para continuidade das obras na SC-100, em Laguna, os serviços estão cada vez mais evidentes. A responsável pela execução, a Setep, de Criciúma, atua com pelo menos quatro frentes de trabalho.

A mais avançada é entre a balsa e a comunidade da Passagem da Barra, onde é feito o aterro e o alargamento da estrada. “A parte de drenagem, entre a balsa e um pouco após a comunidade de Campos Verdes, também é realizada. O ritmo é bom e os trabalhos estão dentro do cronograma”, atesta o diretor-geral da secretaria de desenvolvimento regional em Laguna, Antonio dos Santos.

Ele e o gerente de infraestrutura da SDR, Marcos Baião, vistoriaram o trecho na última semana. Em outros pontos também é feita a preparação do leito da estrada, o recuo das cercas e a remoção de material. Durante a temporada, a manutenção será realizada semanalmente para não prejudicar o turismo. A obra não terá interrupções.

Apesar dos avanços, existem pontos onde a Setep ainda tem dificuldade para atuar porque existem limitações quanto a área de bota-fora (espaço onde é despejado o material ‘ruim’ retirado da estrada). Até o momento existe apenas um ponto autorizado – após a Passagem da Barra.

Também é buscada a autorização para exploração de areia em jazidas mais próximas, já que o único local permitido fica em Jaguaruna, longe das frentes de trabalho. Contudo, no trecho da SC-100 em Laguna, a maioria dos pontos ficam dentro de Área de Preservação Ambiental.

“Isto não implica em atrasos, mas facilita o trabalho. Ainda este mês devemos receber uma informação da Fundação Lagunense de Meio Ambiente (Flama) quanto a possibilidade de explorar jazidas mais próximas”, confere Antonio.