Tânia afirma que os profissionais estão cansados de ‘retiradas de direitos’  -  Foto:Divulgação/Notisul
Tânia afirma que os profissionais estão cansados de ‘retiradas de direitos’ - Foto:Divulgação/Notisul

Jailson Vieira
Tubarão

Uma nova assembleia dos professores e demais trabalhadores da rede pública estadual ocorrerá amanhã. O encontro será realizado às 14 horas na Praça Tancredo Neves, em Florianópolis. Em pauta, a valorização do profissional, ‘nenhum direito a menos’, a PL 257, PEC 241, a Lei da Mordaça, planos de lutas e os ajustes fiscais dos governos Michel Temer (PMDB) e Raimundo Colombo (PSD). A iniciativa é do Sindicato dos Trabalhadores em Educação na Rede Pública (Sinte).

De acordo com a coordenadora do Sinte em Tubarão, Tânia Fogaça, o encontro servirá para ajustar muitos pontos. “Somos contra essas reformas que vão contra o trabalhador. Antes era a da Previdência Social, agora a trabalhista que se mostra prejudicial e, ainda, temos a provável mudança no ensino, que não ajudará em nada no bom rendimento dos estudantes. Estamos retroagindo”, afirma Tânia.

O dia 22 de setembro está marcado na agenda dos trabalhadores como o ‘Dia Nacional de Paralisação’, alguns manifestantes almejam uma greve geral. Em todo o país, diversas categorias ligadas às centrais sindicais vão parar as suas atividades nos postos de trabalho como forma de dizer que não aceitarão o governo de Temer e nem a retirada dos direitos da classe trabalhadora. A Central Única dos Trabalhadores (CUT) tem mobilizado as suas categorias para a paralisação.

Os sindicalistas criticam a postura do governo em relação ao debate dessas questões. As centrais defendem um projeto de desenvolvimento com criação de empregos e distribuição de renda, trabalho decente, aposentadoria digna e a redução da jornada de trabalho para 40 horas semanais sem redução de salário.