#Pracegover Foto: na imagem há um móvel, piso e fios
#Pracegover Foto: na imagem há um móvel, piso e fios

As obras na Escola de Educação Básica Senador Francisco Benjamin Gallotti, no bairro Oficinas, em Tubarão, têm causado transtornos a alunos, professores e funcionários por ser realizada nos horários de aula. O local passa por uma reforma em pleno ano letivo e isso tem dificultado a vida dos frequentadores da instituição.

De acordo com um servidor da instituição é quase que impossível ministrar aulas com o barulho das máquinas utilizadas para a reforma, o cheiro de tinta e outros transtornos causados pelos trabalhos. A escola atende estudantes do ensino fundamental e médio.
Funcionários realizam trabalhos elétricos em períodos de aula. A ação desperta a atenção dos discentes e também dos educadores. Por causa da obra há poeira e isso traz problemas respiratórios para os alunos e professores. Nesta semana havia a informação que três docentes estavam afastados por causa de crises respiratórias. “Só estamos trabalhando porque amamos o que fazemos. Está difícil”, relata um docente.

Segundo um educador, todos estão com os ânimos alterados por causa da irritabilidade que o barulho causou em todos. Todos os dias professores se deparam com as salas sem condições de uso. Na foto com cabos de fios e fios cortados pelo chão.

A equipe de reportagem do Notisul buscou contato com a  Secretaria de Estado da Educação (SED), que por meio da Coordenadoria Regional de Educação de Tubarão, afirmou que está promovendo diversas melhorias de infraestrutura na EEB Senador Francisco Benjamin Gallotti, para qualificar o atendimento de toda a comunidade escolar local. “No momento, está sendo realizada a troca do piso do terceiro andar do prédio, aguardada há mais de 10 anos, e enquanto isso os alunos são atendidos provisoriamente em salas de aula localizadas nas demais áreas da escola”, enfatiza a nota.

Segundo a coordenação ao mesmo tempo, a SED  promove a reforma da rede elétrica da unidade, que não passa por reformas desde a inauguração do prédio, na década de 1970. Este trabalho inclui a troca de fiação, tomadas, interruptores e lâmpadas, garantindo ainda mais segurança aos alunos e professores.

Também é realizada a pintura das portas de toda a escola, sempre aos finais de semana, para evitar que a comunidade seja afetada pelo cheiro da tinta. A secretaria reforça que eventuais transtornos são provisórios e ocorrem para qualificar a unidade escolar, que em breve oferecerá mais conforto e segurança à comunidade.

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