Aurimar da Saúde (PPS) e Nivaldo Souza (PSB) comemoram o resultados alcançado nas urnas  -  Foto:Arquivo do grupo/Divulgação/Notisul
Aurimar da Saúde (PPS) e Nivaldo Souza (PSB) comemoram o resultados alcançado nas urnas - Foto:Arquivo do grupo/Divulgação/Notisul

Jailson Vieira
Capivari de Baixo

Por 102 votos de diferença, o empresário Nivaldo Souza (PSB) foi eleito prefeito de Capivari de Baixo. Nivaldo disputava o pleito com o médico Vicente Corrêa do (PSD). Postulante ao cargo pela segunda vez, o pessebista foi vice-prefeito entre 2001 e 2004 e de 2009 a 2012, quando ainda era filiado ao PMDB do ex-prefeito Luiz Carlos Brunel Alves.

Para o futuro prefeito, a cidade precisa de uma nova administração. “Vamos agora nos organizar, recuperar a cidade e mudar toda a estrutura de cargos comissionados. Vamos enxugar a máquina e diminuir as secretarias. Além disso, precisamos economizar na folha de pagamentos. Temos que readequar a cidade para a realidade. Vamos montar uma equipe bem pequena, com sete secretarias, e não 20”, assegura.

O ex-vice-prefeito e ex-secretário de obras afirmou que a sua vitória nas urnas foi sofrida e fruto de muito trabalho. “Tive o apoio da população de Capivari, que acredita que a nossa gestão pode recuperar o município em todos os setores. Sempre deixei bem claro que não queria o apoio do atual e também do ex-gestor. Às pessoas que desempenham uma função na prefeitura e contribuíram com o seu voto nós agradecemos, mas farei uma equipe nova. Aqueles que lá estão com cargos comissionados ficarão até o dia 31 de dezembro deste ano”, adianta. 

Foram às urnas na Cidade Termelétrica 15.164 votantes, 1.984 não compareceram, 290 eleitores votaram em branco e 690 anularam. A festa da vitória de Nivaldo e do vice Aurimar da Saúde (PPS) ocorreu ontem à noite, na principal rua da cidade, no centro, com um grande número de eleitores e cabos eleitorais.

Além de Nivaldo e Vicente, o ex-prefeito Brunel concorria ao cargo até duas semanas atrás, mas desistiu após ter a candidatura indeferida, antes de ter o recurso julgado. Brunel apoiou Vicente e, mesmo com a desistência, recebeu 115 votos nas urnas, não considerados válidos.