Até onde se sabe, o paredão dos Correios fica onde está por tempo indeterminado. O projeto foi feito por técnicos da empresa em 2009. Desde então é aguardado o início da obra
Até onde se sabe, o paredão dos Correios fica onde está por tempo indeterminado. O projeto foi feito por técnicos da empresa em 2009. Desde então é aguardado o início da obra

 

Zahyra Mattar
Tubarão
 
Desde 2001, a Câmara de Dirigentes Lojistas (CDL) de Tubarão pleiteia uma solução para o impasse criado em torno do paredão dos Correios, na avenida Marcolino Martins Cabral, no centro da cidade.
 
O começo do trabalho foi agendado em três oportunidades, mas nenhuma das datas foi cumprida pela estatal. A última era o mês passado. A resposta para protelar a questão é sempre a mesma: a licitação ainda está em andamento.
 
Hoje, o recuo da calçada é de 1,20 metro, o que torna impossível duas pessoas transitarem pelo espaço ao mesmo tempo. Cadeirantes e pessoas com dificuldade de locomoção passam ainda mais trabalho.
 
O assunto retornou para a pauta da CDL. O presidente Felipe Antunes Nascimento enviou mais um ofício endereçado ao diretor regional dos Correios em Santa Catarina, Márcio Miranda Vieira da Rosa. Ainda não há resposta.
 
Após muitas reuniões, um projeto foi elaborado pelo setor de engenharia dos Correios, em Florianópolis, em 2009. Na época, em agosto, uma reforma foi feita nos 30 metros da calçada, especialmente para solucionar um problema de vazão de água na passagem.
 
A obra, inicialmente avaliada em R$ 400 mil, será executada por um pouco mais: cerca de R$ 500 mil. Com isso, a calçada, hoje bastante limitada, será refeita e mudará o visual da avenida e ainda privilegiará o próprio prédio dos Correios, cujo acesso, atualmente, é feito exclusivamente pela rua Coronel Cabral.
 
Pelo projeto, será feita uma escada de acesso pela avenida. É estudada também a implantação, em um segundo momento, de uma plataforma elevatória para atender usuários com dificuldades de locomoção.