Presidente da República, Jair Bolsonaro durante transmissão de cargo para o Vice-Presidente, General Hamilton Mourão
Presidente da República, Jair Bolsonaro durante transmissão de cargo para o Vice-Presidente, General Hamilton Mourão

No primeiro dia como presidente em exercício, Hamilton Mourão agendou, para esta segunda-feira (21), encontros com militares e embaixadores, além da discussão de projetos de mineração. Pelo Twitter, Mourão disse estar “honrado” em assumir a Presidência, desejou boa viagem ao presidente Jair Bolsonaro, que foi a Davos, na Suíça, para o Fórum Econômico Mundial, e declarou que “por aqui, manteremos a posição”.

 

Mourão vai despachar de seu próprio gabinete, no anexo II do Palácio do Planalto. Às 10 horas, ele recebe o engenheiro da CSN Miguel Angelo da Gama Bentes para discutir projetos de mineração estratégica. À tarde, o presidente em exercício tem encontros com os embaixadores da Alemanha, Georg Witschel, e Tailândia, Susarak Suparat. Ele se reúne também com o coronel Hélcio Bruno de Almeida, especialista em defesa e segurança no combate ao terrorismo. A última agenda oficial prevista é com dois generais, às 16h30.

Na manhã de domingo (20/1), Mourão andou de bicicleta do Jaburu, onde mora, até o Palácio do Alvorada, residência oficial do presidente da República. Sorridente, posou para fotos enquanto praticava o exercício com a esposa, Paula Mourão. Em entrevista ao jornal O Estado de S. Paulo, comentou as polêmicas envolvendo movimentações financeiras do senador eleito Flávio Bolsonaro (PSL-RJ), filho de Jair Bolsonaro, e do ex-assessor parlamentar Fabrício Queiroz.

“Esse não é um caso do governo, é um caso da Justiça sobre um senador eleito, que tem o sobrenome Bolsonaro”, disse. 

 

Pela primeira vez, o vice-presidente, general Hamilton Mourão, exercerá a Presidência da República. Ele ficará em exercício até a madrugada de sexta-feira (25/1), quando Bolsonaro retorna da sua primeira viagem internacional após a posse.

Bolsonaro discursa na abertura do fórum e pretende destacar a abertura da economia, o combate à corrupção e a preservação da democracia no Brasil e na América Latina.