#PraCegoVer Na foto, uma idosa recebe a vacina contra a Covid-19
A aplicação da segunda dose de reforço é importante para a proteção dos idosos contra a Covid-19, tendo em vista que estudos apontam a diminuição da efetividade das vacinas neste público a partir de três a quatro meses depois da aplicação - Foto: Ricardo Wolffenbüttel | Governo de Santa Catarina | Divulgação

Os municípios catarinenses estão autorizados a iniciarem a aplicação da segunda dose de reforço contra a Covid-19 nos idosos com 80 anos ou mais, que tenham completado o ciclo vacinal há pelo menos quatro meses. O anúncio foi feito no fim da tarde desta quinta-feira (24) pela Secretaria de Estado de Saúde (SES), em conformidade com a recomendação do Ministério da Saúde (MS). Esta segunda etapa de reforço deve ser realizada com as vacinas Pfizer, Janssen ou AstraZeneca,  independentemente da dose utilizada anteriormente. De acordo com o MS, a aplicação da segunda dose de reforço é importante para a proteção dos idosos contra a Covid-19, tendo em vista que estudos apontam a diminuição da efetividade das vacinas neste público, a partir de três a quatro meses depois da aplicação.

A cobertura vacinal com a primeira dose de reforço no estado de Santa Catarina ainda é baixa. Levando em consideração todos os adultos com 18 anos ou mais, a cobertura está em 38,4%; na população acima de 60 anos, em 73,49%; e, nos idosos com 80 anos ou mais, público que deve tomar a segunda dose de reforço neste momento, a cobertura da primeira dose de reforço está em 75%, também abaixo do recomendado que é de, pelo menos, 85%. Sendo assim, neste momento, a prioridade ainda é pela aplicação da primeira dose de reforço. No entanto, aqueles municípios que tiverem doses disponíveis para aplicação da segunda dose de reforço, já podem iniciar a aplicação nos idosos com 80 anos ou mais que tenham tomado a primeira dose de reforço há mais de quatro meses.

Fonte: Diretoria de Vigilância Epidemiológica (Dive) da Secretaria de Estado da Saúde (SES)
Edição: Zahyra Mattar | Notisul

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A aplicação da segunda dose de reforço é importante para a proteção dos idosos contra a Covid-19, tendo em vista que estudos apontam a diminuição da efetividade das vacinas neste público a partir de três a quatro meses depois da aplicação – Foto: Ricardo Wolffenbüttel | Governo de Santa Catarina | Divulgação

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