#Pracegover foto: na imagem há carne animal e maquinários
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A Polícia Civil através da Delegacia de Polícia de Cocal do Sul, conclui mais um inquérito da Operação Hefesto. Trata-se do inquérito instaurado em 31 de agosto de 2020, visando apurar vários crimes que poderiam estar sendo praticados, entre eles tráfico de drogas, receptação, furto de gado, crime ambiental, venda de armas, venda de produto veterinário falsificado, venda de produto impróprio para o consumo e organização criminosa.

De acordo com o delegado Ulisses Gabriel, um dos responsáveis pelas investigações, neste quarto inquérito policial foram indiciadas cinco pessoas, três por comércio de armas de fogo e munições e associação criminosa. O trio é formado pelo proprietário do CTG, O. da L., seu filho P. M. da L. N., e um terceiro, M. D. N., já denunciados por outros crimes, bem como um genro do proprietário do CTG, J. E. de S., e seu irmão.l. M. R. de S., pelo crime de receptação qualificada pelo exercício do comércio.

O proprietário do CTG já foi indiciado por oito crimes, enquanto que seu filho por cinco crimes até o momento. Ambos seriam os chefes da organização criminosa que teria sido identificada. Na terça-feira, dia 9, um inquérito já havia sido concluído por tráfico de drogas.

A operação Hefesto 

A partir de maio de 2021 as investigações foram intensificadas, sendo que em 16 de abril foram cumpridos 9 mandados de busca e apreensão e 1 de prisão, sendo que, então, a Operação desdobrou-se em mais inquéritos, sendo um (nº 29/2021) referente à prisão em flagrante pelos crimes de venda de produto impróprio para o consumo, crime ambiental e organização criminosa, com 9 investigados denunciados, instaurado em 16 de setembro de 2021, cujos 2 investigados foram presos no dia 16 e outros sete na segunda fase da Operação Hefesto, sendo os 9 indiciados neste procedimento.

Há também um inquérito de usura pecuniária (nº 00134/2021 – ainda não distribuído), instaurado em 22 de setembro em fase de conclusão, face a apreensão de diversos cheques no local, além de um inquérito, iniciado por prisão em flagrante de duas pessoas em 16 de setembro de 2021, genro e filha de proprietário do CTG, que apurava o crime de tráfico de drogas e associação para o tráfico (nº 28/2021), que foi concluído no dia 09 de novembro de 2021.

Também há um inquérito instaurado em 2019 (da fase pré-Operação Hefesto, um dos embriões de toda a investigação), que foi concluído em 01 de junho de 2021 era referente a depósito para venda de medicamentos falsificados da marca registrada Borgal, deu causa a denúncia pelo Ministério Público Estado em 15 de outubro de 2021 em oposição a duas pessoas.

Por fim, há o IP de lavagem de dinheiro (nº 133/2021 – ainda não distribuído), instaurado em 17 de setembro de 2021, tendo sido solicitado o relatório de informação financeiras ao COAF e tributária à Receita Federal.

Estão pendentes de conclusão por parte da PCSC dois inquéritos policiais, um que apura possível usura pecuniária e outra que apura possível lavagem de capitais.

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Folha Regional