Consenso da comitiva catarinense é que a administração deverá ser da iniciativa privada. Agora será estudado qual o melhor modelo para gerir o aeroporta em Jaguaruna
Consenso da comitiva catarinense é que a administração deverá ser da iniciativa privada. Agora será estudado qual o melhor modelo para gerir o aeroporta em Jaguaruna

Zahyra Mattar
Jaguaruna

 
A audiência, ontem, na Secretaria de Aviação Civil (SAC), em Brasília, terminou em um consenso: não existe melhor opção administrativa para o Aeroporto Regional Sul, em Jaguaruna, do que a concessão para o setor privado. E assim será: a gestão do empreendimento, cuja inauguração será em abril do próximo ano, ficará com a iniciativa privada.
 
O que ainda não foi definido é qual será o modelo desta gestão. Para isso, um estudo começará a ser feito assim que o empreendimento entrar em operação. Será observada a demanda e a necessidade de implementação do sonhado terminal de cargas, entre outros pontos importantes.
 
A previsão é que este estudo seja feito em dois anos. “Não há como prever nada sem que o aeroporto funcione. Por isso, antes de definir este modelo de gestão, vamos firmar uma parceria público-privada”, antecipa o vice-prefeito de Tubarão, Pepê Collaço (PSD).
 
Os detalhes ainda não estão acertados, mas é provável que o estado seja o gestor do aeroporto por um tempo e a administração seja feita por uma empresa, a ser contratada pelo período necessário ao estudo. Para isso, a secretaria estadual de infraestrutura será a responsável por elaborar e lançar o edital para atrair as empresas interessadas.
 
Até agora, pelo menos três empresas aéreas – Avianca, a Trip e Azul – já confirmaram interesse em operar em Jaguaruna. A Gol também já visitou a pista e poderá investir no empreendimento.