Até domingo, evento reúne 90 empresas da construção civil, decoração e mobiliário.

Tubarão

De hoje até domingo, Tubarão sedia a 6ª edição da Feira CasaPronta, no piso G3 do Farol Shopping. A exemplo do ano passado, a expectativa para a feira atual é repetir a marca de 30 mil visitantes.

Até sexta-feira, o evento ocorre das 17 às 22 horas. No sábado, funciona das 14 às 22 horas e, no domingo, começa às 14 e segue até as 19 horas. Em todos os dias, o acesso é gratuito. Na avaliação dos organizadores, o maior número de visitantes deve ser registrado no fim de semana.

A feira faz parte da programação da 14ª Feincos e, em uma área de seis mil metros quadrados, reúne fornecedores da construção civil, decoração e mobiliário. Ao todo, são 90 empresas expondo seus produtos – a maioria delas é da região, mas há também expositores de São Paulo, Paraná e Rio Grande do Sul.

Pesquisas apontam que o público, na maioria, vem de uma área que abrange de Paulo Lopes a Araranguá. São geralmente casais com idades entre 24 e 40 anos. Mulheres são a maioria entre os visitantes: cerca de 60%.

No ano passado, por exemplo, os negócios fechados a partir do evento chegaram a R$ 15 milhões. Para a diretora comercial da NossaCasa Feiras e Eventos, Jaqueline Backes, empresa que organiza a feira, o evento será também um termômetro para saber se a crise econômica está mesmo passando.

Ao contrário de 2016, quando havia maior restrição, Caixa e Banco do Brasil estão com mais dinheiro disponível para crédito imobiliário. No setor da decoração e mobiliário, os empresários prometem oferecer produtos com preços mais baixos. Na construção civil, o público deve encontrar diversos lançamentos em empreendimentos, com destaque para loteamentos em Tubarão e Capivari de Baixo.

Edição atual tem parceira com laboratório do Senai
“Nossa proposta é fortalecer a região. Deixar o dinheiro aqui”, comenta Jaqueline. Para este ano, a feira vai contar ainda com uma parceria com o Laboratório Aberto do Senai de Tubarão, cujo modelo é único no Estado.
Em cinco dias, os alunos terão de desenvolver soluções a problemas previamente apresentados pelas empresas da construção civil. Se as ideias forem viáveis, não está descartada a chance de serem levadas ao mercado.