Karen Novochadlo
Capivari de Baixo

A construção da escola estadual General Osvaldo Pinto da Veiga, em Capivari de Baixo, tem até hoje para ser reiniciada. Caso contrário, o contrato com a construtora Ser Forte será rescindido. O alerta é do secretário de desenvolvimento regional em Tubarão, Haroldo Silva (PSDB), o Dura.
Até o momento, no local, os trabalhos realizados envolvem a demolição do antigo prédio e a realização do cercamento e estaqueamento. As etapas da obra, como sapatas, vigamento e baldrame, que deveriam encerrar até dezembro, não foram iniciadas. “Nós fornecemos todas as chances para a construtora efetuar a obra, inclusive alteramos o cronograma físico e financeiro. Esta é a última oportunidade. Entraremos em contato com o nosso departamento jurídico”, explica Dura.
No contrato, está previsto um investimento de R$ 1,5 milhão. Na terça-feira, Dura informou ao Notisul que o contrato seria cancelado. Contudo, ontem, em uma reunião com a construtora, definiu que as obras devem ser iniciadas hoje, até as 15 horas.
Enquanto isso, os alunos continuam a estudar nas escolas Tereza Martins de Britto e Otto Feuerschuette. Contudo, desde setembro, a última passa por reformas, o que atrapalhou o andamento das aulas. “Estamos nos ajeitando como podemos. Quando chove, sofremos um pouco com as goteiras”, revela a diretora do General Osvaldo Pinto da Veiga, Samira Goulart Joaquim. A previsão para o fim das reformas no Otto Feuerschuette é este mês.