O presidente frânces Emmanuel Macron foi reeleito, neste domingo, para um segundo mandato ao derrotar sua rival de extrema-direita Marine Le Pen, de acordo com as primeiras estimativas de institutos de pesquisa. Macron, liberal centrista, obteve entre 57,6% e 58,2% dos votos, à frente da candidata do Reagrupamento Nacional, creditada com 41,8% a 42,4% dos votos, segundo estas estimativas. A taxa de abstenção está entre 27,8% e 29,8%.

O resultado oficial ainda não foi divulgado, mas as projeções indicam a reeleição de Macron sobre a candidata da extrema-direita, Marine Le Pen, que já reconheceu a derrota, com uma margem menor do que a obtida em 2017, quando foi eleito pela primeira vez.

Em sua terceira tentativa de chegar à presidência, Le Pen obteve entre 41,8% e 42,4% dos votos, segundo estimativas iniciais, quase 10 pontos a mais do que em 2017, quando caiu para o centrista com 33,9% dos votos. Em discurso reconhecendo a vitória do adversário, a candidata de 53 anos do Grupo Nacional (RN) afirmou que seu resultado eleitoral “representa uma vitória brilhante” apesar de perder para Macron.

O primeiro mandato do centrista foi marcado por manifestações, pela pandemia de Covid-19 e a guerra na Ucrânia, contexto em que tentou atuar como mediador antes da invasão russa acontecer.

Durante a campanha, Macron expôs sua preocupação sobre a chegada da extrema-direita ao poder, também tentou defender o alinhamento econômico e político com a União Europeia, e trouxe a proposta de adiar a idade para a aposentadoria de 62 para 65 anos.

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Correio do Povo