Em resposta à retração no consumo trazida pela pandemia de Covid-19, o Banco Central reduziu a taxa básica de juros (Selic) a um nível histórico: 2,25%. Se, por um lado, a cifra traz dor de cabeça aos investidores adeptos da renda fixa, ela também tem uma consequência positiva: os empréstimos estão mais baratos. Esse foi exatamente o objetivo da instituição ao reduzir tanto a taxa – baratear o crédito, facilitando que empresas invistam e pessoas físicas consumam.

 

Para quem teve a renda impactada pelas consequências da evolução do novo Coronavírus, a taxa Selic em uma baixa histórica é um alento: conseguir empréstimos para honrar compromissos ficou mais barato. Quem está em uma situação financeira estável também se beneficia, pois poderá investir na realização de sonhos e metas gastando menos.

 

Apesar disso, ainda existem instituições que praticam taxas de juros altíssimas, bem como produtos financeiros com um risco de inadimplência maior – e, consequentemente, mais caros. Por essas razões, recomenda-se que quem precisa fazer um empréstimo tome algumas medidas para que a operação seja tão em conta quanto possível. Felizmente, elas são simples e podem ser feitas até mesmo de casa.

 

Analise diferentes modalidades de empréstimos

 

Empréstimo pessoal, consignado, com e sem garantia. As instituições financeiras oferecem diversos produtos para quem precisa de dinheiro. Como os mecanismos de funcionamento de cada um deles são diferentes, os riscos também o são – e, consequentemente, os juros cobrados na operação.

 

Por essa razão, o primeiro passo para garantir uma taxa de juros baixa em seu empréstimo é fazer um levantamento das modalidades de crédito disponíveis e analisar os juros cobrados em cada uma. Em sites como https://www.finbino.com/br/, é possível buscar, analisar e comparar esses produtos.

 

Considere o crédito consignado ou o empréstimo com garantia

 

O cálculo dos juros sobre um produto financeiro envolve diversas variáveis. Ainda assim, existe uma que se destaca perante as demais: o risco que o banco tem ao fazer o empréstimo. Via de regra, quanto maior o risco de calote, maiores serão os juros.

 

Por essa razão, antes de tomar um empréstimo, é interessante que o cliente pesquise sobre modalidades como o consignado e o crédito com garantia. O primeiro caso se aplica a situações específicas, como aposentados, pensionistas e servidores públicos: a parcela é deduzida diretamente da fonte, de modo que o risco de inadimplência é praticamente nulo, e, os juros, muito abaixo da média do mercado. Já no segundo caso, o cliente oferece um bem como garantia, como um imóvel ou um automóvel, que pode ser tomado caso as parcelas não sejam honradas. Novamente, o risco baixo torna os juros menores.

 

Ainda assim, vale ressaltar que essas modalidades de empréstimo requerem alguns cuidados da parte de quem os toma. No caso do consignado, é preciso conferir se o valor da parcela não vai comprometer demais o orçamento doméstico. Já quem considera o crédito com garantia deve avaliar o próprio risco de inadimplência: se ele por muito alto, os riscos de perder o bem oferecido é grande, e pode não compensar os juros mais baixos.

 

Consulte o site do Banco Central

 

Além dos sites das próprias instituições financeiras, existe um canal oficial onde ficam registrados os juros que cada banco cobra em seus empréstimos: o Banco Central. No site do BC é possível acessar as as taxas atualizadas dessas operações. Trata-se, portanto, de um local confiável para procurar por empréstimos que sejam mais em conta.

 

Ao mesmo tempo, o BC também reúne informações sobre os bancos e financeiras autorizados a fazer esse tipo de operação. Caso uma instituição não conste nesse rol, é melhor procurar outra: as chances de problemas e de prejuízos são grandes.

 

Negocie com seu gerente

 

Além do empréstimo, existem pessoas que contratam diversos outros produtos por meio de instituições financeiras. Seguros automotivos, de imóveis e investimentos são bons exemplos disso.

 

Como essas pessoas dão um retorno financeiro importante aos bancos, elas são clientes que possuem uma margem de manobra maior ao negociar com o gerente. Isso inclui o momento de tomar um empréstimo: é possível barganhar, obtendo tanto taxas de juros reduzidas quanto condições de pagamentos mais vantajosas. Negociar com o gerente, portanto, também é uma medida que pode trazer benefícios ao pegar dinheiro emprestado com o banco.

 

Considere fazer um empréstimo com uma fintech

 

Se antes os empréstimos eram realizados apenas por bancos, hoje, essa realidade mudou. Graças à tecnologia e à modernização do sistema financeiro, existem startups especializadas no ramo: são as fintechs. Por terem uma estrutura mais enxuta e moderna, seus custos são mais baixos, o que se traduz em uma taxa de juros mais baixo. Isso as torna uma alternativa interessante para quem quer tomar um empréstimo pagando menos.

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