#Pracegover foto: na imagem há uma construção, cruz, árvores
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Inspirado no capítulo 6, do livro bíblico de Josué, teve início nesta segunda-feira (9) e segue até o próximo domingo (15) o Cerco de Jericó, uma campanha de sete dias de oração diante de Jesus presente no Santíssimo Sacramento. O evento ocorre na Igreja São João Batista, no centro, em Capivari de Baixo. As celebrações são realizadas durante esses sete dias. O Cerco ocorre há cinco anos e é uma iniciativa da Paróquia São João Batista.

De acordo com o pároco da igreja, na cidade termelétrica, José Eduardo Bitencourt, o padre Eduardo, todos os anos a população católica do município já espera pelo Cerco. O evento está inserido no calendário da paróquia. “O é sempre um tempo de oração intensa, adoração ao Santíssimo, de celebrações das missas, pregações e de confissão”, afirma.

Conforme o padre, por causa das adaptações referentes a Covid-19, serão 14 horas, que a igreja ficará aberta por dia. Nos eventos anteriores eram 24h diárias. As atividades ocorrem das 7 às 21h. ” Todos os dias temos missas às 7h a exposição do Santíssimo, às 15h o terço da misericórdia, às 18h o terço Mariano e às 19h30 a benção solene e a santa missa”, explica.

Padre Eduardo pontuou que nesta segunda-feira (9) foi comemorado os 62 anos da paróquia. Além destas festividades, a igreja também celebra a Semana Nacional da Família. “São temas que confluem, família, oração, benção, súplica e confissões. Temos celebrações com o bispo da Diocese, João Salm e os padres Pedro Paulo Rodrigues e Sérgio Jeremias. É um tempo de colheita, gratidão e de desafio”, destaca.

O tema deste ano do Cerco é: “O povo que constrói uma igreja, se constrói”. “Como estamos em construção da igreja nova, a participação, a oração, o esforço de cada como exemplo, a obra da viúva. Cada um colocando o seu pouco ou até mais do que o seu pouco. Começamos em tempos de crise uma igreja nova e ‘devarinho’ ela está saindo, crescendo! É um tempo de muita alegria e disposição”, enfatiza.

A inspiração do encontro foi baseada no capítulo 6 do livro de Josué. O texto sagrado narra que, antes de chegar à Terra Prometida, o povo de Israel se viu diante das grandes muralhas de Jericó, que o impedia de prosseguir a caminhada. Obedecendo a voz de Deus, Josué, líder do povo, convidou-os a orarem durante sete dias e sete noites rodeando as muralhas de Jericó, tendo à frente a Arca da Aliança, sinal da presença de Deus na caminhada com Seu povo. Ao final desses dias, as muralhas caíram e o povo pôde, então, conquistar a terra da promessa.

O primeiro encontro chamado Cerco de Jericó começou na Polônia, quando, para obter uma vitória, alguns piedosos católicos poloneses se organizaram em seu país. O, então, Papa João Paulo II, devia ir à Polônia, porém as autoridades recusaram o visto de entrada do Papa no país.

Foi então que, com fervor, organizaram os 7 dias de oração. E logo que terminou o Cerco, caíram as “muralhas” e o comunicado oficial anunciou que o Papa podia visitar a Polônia. O que são nossas muralhas hoje? São problemas e dificuldades da vida, que podem ‘cair’, por meio das orações no Cerco de Jericó. Muitos são os testemunhos de graças e conversões alcançadas por meio das orações e da fé que é vivenciada nesses dias.

 

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