A Polícia Civil de Canelinha, na Grande Florianópolis, divulgou o laudo da perícia da morte de Flávia Godinho Mafra (24 anos), grávida de 36 semanas. A causa da morte foi ferimento cortante no abdômen. O laudo também apontou múltiplos ferimentos na cabeça, pescoço e lesão nos braços indicando movimentos de defesa.

O crime aconteceu na tarde de quinta-feira (28 de agosto) em Canelinha. No mesmo dia amigos e familiares de Flávia a procuravam, mas o corpo foi encontrado na manhã do dia seguinte em uma cerâmica desativada.

De acordo com o delegado responsável pelo caso, Paulo Alexandre Freyesleben e Silva, Flávia teve o bebê arrancado da barriga e a jovem sofreu uma hemorragia.

O laudo foi entregue na noite de sábado pelo Instituto Geral de Perícias (IGP) à Polícia Civil e conforme o delegado ainda falta pareceres sobre a criança. Foi feito uma exame de DNA para confirmar se o bebê que sobreviveu é mesmo filho de Flávia.

A assassina de Flávia confessou que havia premeditado o crime porque engravidou no ano passado, perdeu o bebê e não comunicou a família. Viu em Flávia uma oportunidade de cometer o assassinato e ficar com a criança, já que os prazos da gestação eram próximos.

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