Paulinho Sachetti
Tubarão

As freqüentes más atuações em alguns jogos no Campeonato Catarinense custaram o emprego para o zagueiro Márcio Muniz. Ele não conseguiu repetir as boas atuações de quando defendia o Tubarão, na época da Copa Sul Minas, e foi dispensado ontem pela diretoria do Atlético Tubarão.

De acordo com informações extra-oficiais, na lista de dispensa constam mais nomes, que podem ser mandados para casa ainda esta semana. O ciclo de contratações, pelo menos por enquanto, está encerrado.
Ontem, o clima era de revolta entre jogadores, dirigentes e torcedores. Eles não consegues esquecer a péssima atuação do árbitro José Nasareno Marcelino. Ele deu dois pênaltis inexistentes para o Marcílio Dias e impediu a primeira vitória do time tricolor na competição.

O presidente do clube, Pedro Almeida, é um dos mais revoltados e promete tomar providências. “Não podemos mais tolerar isso. Fomos claramente prejudicados por este cidadão. Vou entrar em contato com o presidente da Federação Catarinense de Futebol, Delfim Peixoto Filho, e exigir uma solução o quanto antes. O futebol catarinense não precisa de pessoas como este árbitro”, disse, indignado.

Escoltado
Ciente de que enfrentaria problemas caso errasse, o árbitro criciumense veio a Tubarão precavido. Ele deixou o seu carro guardado no pátio do 5º Batalhão da Polícia Militar.

As conseqüências só não foram maiores porque ele saiu escoltado por uma viatura. Torcedores estavam revoltados com a sua atuação. Alguns, inclusive, chegaram a esperá-lo do lado de fora do estádio, mas foi em vão.
A redação do Notisul tentou contato com o árbitro, na tarde de ontem, mas o seu telefone celular chamou e ninguém atendeu.