Entre alguns jazidos e espaços de circulação de pessoas, foram encontrados restos de madeiras, roupas e outros dejetos funerários  -  Foto:Letícia Matos/Banco de imagens/Notisul
Entre alguns jazidos e espaços de circulação de pessoas, foram encontrados restos de madeiras, roupas e outros dejetos funerários - Foto:Letícia Matos/Banco de imagens/Notisul

Jailson Vieira
Tubarão

Um mês após serem encontrados resíduos de funerais e outros materiais expostos a céu aberto no Cemitério Municipal de Tubarão, ontem o prefeito Olavio Falchetti (PT) prestou depoimento sobre o ocorrido na Delegacia de Crimes de Trânsito, Ambientais e ao Consumidor, ao delegado André Mendes. Conforme o chefe do poder executivo, melhorias são estudadas para não ocorrer mais transtornos ambientais no local.

“Estamos resolvendo os problemas. Aos poucos estará tudo regularizado. Conversamos hoje (ontem) e todos juntos encontraremos uma saída. No início do mês passado, a empresa Servioeste, responsável pela retirada do lixo, atrasou alguns dias para o recolhimento dos materiais, mas agora está tudo certo”, garante.

De acordo com o delegado, o município tem demonstrado dificuldades em se adequar à legislação vigente. “Ouvi o prefeito e conversamos bastante sobre a situação dos caixões e dos túmulos abertos. Ele pediu uma reunião para analisarmos as possibilidades que poderão ser tomadas”, destaca André.

Amanhã, representantes da prefeitura, Associação Empresarial de Tubarão (Acit), Câmara de Dirigentes Lojistas (CDL), Fundação de Meio Ambiente (Fatma), membros das comunidades evangélicas e católicas, e o delegado André Mendes estarão reunidos às 14 horas, na Cúria Diocesana, para discutir as condições ambientais relacionadas ao cemitério.

Segundo o prefeito Olavio, é estudada a possibilidade de implantar câmaras de vigilância para a garantia de segurança no local.