O objetivo é de que o terminal pesqueiro esteja com as atividades em 100% em funcionamento  -  Foto:Elvis Palma/Divulgação/Notisul
O objetivo é de que o terminal pesqueiro esteja com as atividades em 100% em funcionamento - Foto:Elvis Palma/Divulgação/Notisul

Tubarão

Depois de um ano e quatro meses ‘praticamente fechado’, o Terminal Pesqueiro de Laguna está em plena atividade desde abril e tem movimentado 40% da economia da Cidade Juliana. São mais de 200 empregos diretos com a reativação. 

E, desde a ativação, o cais recebe grandes embarcações carregadas com muitas toneladas de pescados comercializados pelas empresas locais. “Após a nomeação do novo diretor administrativo, o Deyvison da Silva de Souza, percebemos o local com outra visão. Uma vez que a fábrica de gelo também está em funcionamento. Além disso, tivemos a volta de diversas embarcações descarregando”, relata a presidente da Associação Empresarial de Laguna (Acil), Valéria Olivier Alves Souza.

A história do porto de Laguna iniciou na década de 40, com as instalações portuárias do município para a exportação de carvão, devido à segunda Guerra Mundial na Europa. Naquela época, ele era considerado apenas um ‘porto carvoeiro’ por causa da exploração da Bacia Carbonífera do estado.

O Terminal Pesqueiro da Cidade Juliana foi criado por meio da lei de modernização dos portos brasileiros nos anos 90. É uma empresa de economia mista, vinculada à Companhia Docas do Estado de São Paulo (Codesp) e Secretaria Especial de Portos da Presidência da República.

“Nesses poucos meses de administração, várias situações foram resolvidas, como as 46 não conformidades do terminal. A Acil, Sincaval e CDL estão juntas com a diretoria do local na luta para que possamos ter um terminal 100% em funcionamento”, assegura.

Audiências públicas 
•A situação dos pescadores do complexo lagunar do sul do estado será pauta de duas audiências públicas da Comissão de Pesca e Aquicultura da Assembleia Legislativa. Os encontros serão realizados em Laguna no dia 29 de junho, a partir das 19h, no Cine Mussi.
•A primeira audiência pública foi solicitada por 14 entidades da região e vai tratar da situação dos pescadores artesanais. No segundo encontro, a pauta será a situação do terminal pesqueiro de Laguna.