Pelo contrato, a ponte era para ter sido concluída há cerca de um mês. O último prazo divulgado é março. Foto: Banco de imagens
Pelo contrato, a ponte era para ter sido concluída há cerca de um mês. O último prazo divulgado é março. Foto: Banco de imagens

Tubarão

A construção do aterro para as cabeceiras da ponte de Congonhas foi o tema de um encontro ontem. Pela proposta da obra, os acessos à estrutura seriam de responsabilidade dos municípios de Tubarão e Jaguaruna.

Devido às características peculiares do solo na região próxima à ponte, não seria possível realizar um aterro comum como em outras estruturas, pois isso poderia trazer impactos e comprometer a estabilidade da ponte. Exatamente por isso uma vistoria na obra foi realizada ontem.

O prefeito Olavio Falchetti, o secretário de Infraestrutura, Ismael Medeiros, um consultor especializado na área geotecnologia e o engenheiro da empresa Souza Esmeraldino, responsável pela construção da ponte, estiveram no canteiro de obras para analisar algumas soluções de engenharia. Duas possibilidades foram levantadas: a utilização de muros de gabião e outra técnica de contenção de encostas conhecida como terra mexe.

O próximo passo é avaliar qual das técnicas é a mais adequada e qual o orçamento. “Nossa preocupação é encontrar a melhor solução técnica para garantir o acesso à ponte de forma segura. Essa obra é muito importante para os tubaronenses e moradores da região. Após a definição técnica e do valor a ser investido, vamos conversar com representantes da prefeitura de Jaguaruna e do governo do estado para resolver de fato como será feita esta etapa da obra”, afirma o prefeito.