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Zulair Fernandes

Justiça

Publicado em 12/07/2019 00h10

Justiça

Não que haja reparo ou que qualquer condenação por maior que seja, amenize os estragos ocasionados pelo rompimento da barragem do Córrego do Feijão em janeiro deste ano. Foram 248 vidas interrompidas, 22 desaparecidas, a dor da perda, a força de um grande recomeço de vidas totalmente devastadas. Nessa terça-feira, a mineradora do Vale foi condenada pela primeira vez na Justiça Estadual de Minas Gerais, pela tragédia de Brumadinho. Essa tragédia foi uma repetição do que já havia acontecido anteriormente, em 2015, com o rompimento da barragem de Mariana também em Minas Gerais. Os danos psicológicos de quem perdeu um familiar ou um amigo, não há punição que dê jeito. Embora, por outro lado, haverá como reparar os danos provocados no meio ambiente, que nunca se recupera. Além disso, na atividade econômica exercida na região, que também foi afetada e sabemos que a vida precisa continuar.


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