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Tecnologia e Inovação - Cassio Brodbeck

Segurança virtual na indústria

Publicado em 04/10/2018 00h10

Um dos pilares da chamada Indústria 4.0, a automação no setor industrial já é uma realidade, assim como a residencial. E traz uma série de vantagens, não só competitivas, como melhorias na produtividade e segurança no ambiente de trabalho para os colaboradores. Tarefas que antes poderiam colocar em risco à saúde - como lesões por esforço repetitivo durante o processo de montagem de determinado produto -, hoje podem ser realizadas por máquinas inteligentes conectadas, sob a supervisão humana. Muito embora a tecnologia consiga ser dinâmica e ágil, o acompanhamento de pessoas no processo é fundamental.

Por estarem conectadas, as máquinas também devem ser monitoradas constantemente, especialmente as redes em que estão ligadas. Isso porque uma série de potenciais ameaças, criadas e disseminadas com foco em processos industriais, também podem afetá-las, caso existam pontos de vulnerabilidade no sistema utilizado. De acordo com a Pesquisa de Riscos e Segurança de TI, liderada pela Kaspersky Lab, em 2017 uma série de ataques virtuais impactaram um quarto das indústrias que participaram do estudo. E em 2018 não é diferente. Nos últimos 12 meses, das 962 indústrias consultadas, 28% delas sofreram ataques. Há, ainda, um desafio maior: a não identificação do problema com agilidade. Do total de entrevistados, 34% informaram que demoraram dias para detectar e resolver os incidentes.

A segurança virtual é, portanto, uma necessidade também no ambiente industrial, para prevenir possíveis incidentes cibernéticos; sobretudo ao analisar a existência de possíveis pontos cegos na cibersegurança feita, como alertado na mesma pesquisa. Mas uma questão é essencial para ser observada nesse processo: o fator humano. De acordo com dados da mesma pesquisa, 49% das indústrias participantes acreditam que colaboradores tiveram, direta ou indiretamente, parcela de culpa na ocorrência de ciberameaças, por não seguirem as políticas de segurança existentes.
Além de contar com ferramentas de segurança para detecção e prevenção de ciberameaças e controles de possíveis vulnerabilidades existentes nas redes que conectam as máquinas, também é importante incluir, na política de segurança, treinamentos regulares com os colaboradores. Para empresas que ainda não adotam soluções de segurança, existem ferramentas gratuitas que auxiliam as organizações. A adoção de um diagnóstico de segurança (como este exemplo, gratuito:

www.diagnosticodeseguranca.com.br) é um passo inicial para avaliar toda a rede da organização e verificar se há alguma falha. Depois, parte-se para a resolução das que existir, associada a uma solução digital voltada para segurança virtual. Isso sem perder de vista o fator humano, incluindo treinamentos e atualizações de conhecimento com ações a serem tomadas em caso de incidentes, sejam ocasionados por eles próprios ou por invasões feitas por cibercriminosos.
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