Estiveram na reunião policiais civis das regiões de Tubarão, Braço do Norte, Araranguá e Criciúma.
Estiveram na reunião policiais civis das regiões de Tubarão, Braço do Norte, Araranguá e Criciúma.

Tubarão

Representantes da Polícia Civil de Tubarão, Braço do Norte, Araranguá e Criciúma reuniram-se nesta sexta-feira à tarde, na Divisão de Investigação Criminal (DIC) de Criciúma. O encontro serviu para analisar, entre outros assuntos, o acordo firmado entre o governo do estado e o Sindicato dos Trabalhadores em Segurança Pública de SC (Sinpol) e o Sindicato dos Trabalhadores em Segurança Pública (Sintrasp), desfeito depois.
O documento chegou a ser assinado pelos representantes das duas entidades, mas não foi homologado pela Associação dos Delegados de Polícia (Adepol), única que não aceitou o termo.

Como não houve avanço nas negociações, permanecem as decisões da assembleia ocorrida há duas semanas. O boicote à Operação Veraneio e a parte publicitária, como a colocação de outdoors sobre a campanha salarial, são algumas.
“Novos outdoors serão produzidos, alertando os turistas do estado sobre os problemas na área de segurança, em especial o baixo efetivo e o descaso na questão dos salários. Não serão com estas palavras, mas de uma forma que passe a mensagem”, explicou o agente Arilson Carlos Nazário, delegado sindical da Sintrasp (região carbonífera).

Na próxima terça-feira, reuniões das entidades ocorrerão em Florianópolis com o objetivo de delinear novos encaminhamentos e ações para manter a uniformidade do movimento. Os policiais civis estão sem reajuste salarial há 13 anos.
O descaso na questão dos salários. Não serão com estas palavras, mas de uma forma que passe a mensagem”, explicou o agente Arilson Carlos Nazário, delegado sindical da Sintrasp (região carbonífera).