Além das prisões, a polícia civil apreendeu drogas e dinheiro, resultante da venda do entorpecente na região de Jaguaruna e Içara.
Além das prisões, a polícia civil apreendeu drogas e dinheiro, resultante da venda do entorpecente na região de Jaguaruna e Içara.

Mirna Graciela
Jaguaruna

Após três meses de investigação, uma quadrilha ligada ao tráfico de drogas foi desarticulada. O feito é da Polícia Civil de Jaguaruna. Neste período, sete homens foram presos e conduzidos ao Presídio Regional de Tubarão. O grupo também vendia maconha em Içara e Criciúma.

A droga era trazida de Florianópolis. As investigações continuam para localizar mais um integrante do bando, de 26 anos, que está foragido. As prisões somente não ocorreram antes, porque houve vazamento de informações.
Um policial que trabalhava nas investigações, avisou um dos envolvidos sobre o andamento dos trabalhos. O policial não atua mais na Polícia Civil de Jaguaruna e poderá ser penalizado. Todo o trabalho desta operação foram coordenados pela delegada Vivian Garcia Selig.

A investigação

Após várias denúncias da prática de tráfico de drogas em Jaguaruna, a Polícia Civil do município descobriu que dois homens, de 21 e 31 anos, moradores do bairro Morro Bonito, comercializavam o entorpecente.
Conforme as investigações, a droga era repassada à dupla por um outro rapaz, de 26 anos, que utilizava uma terceira pessoa, o ‘laranja’, de 29 anos, para vendê-la a usuários. O homem que abastecia a dupla está foragido. Um outro envolvido, também de 26 anos foi preso no Balneário Rincão, em Içara, por policiais de Criciúma e Jaguaruna. Ele também era abastecido pelo acusado foragido.

Ainda fazem parte do grupo mais três homens, dois de 26 anos e um de 32. No decorrer da investigação, os policiais estavam preparados para cumprir um mandado de busca e prisão nas casas de três envolvidos.
Foi quando um deles, o de 26, foi avisado pelo policial, hoje agastado da função. Da quadrilha, somente um foi liberado. A audiência ocorreu na semana passada e ele aguardará a sentença em liberdade. Todos foram indiciados pela crime de tráfico de entorpecente e associação ao trágico.