Os dois primeiros inquéritos da operação “Hera”, de um total de nove procedimentos policiais, em Urussanga, foram concluídos pela Polícia Civil. Estes dois dizem respeito a crimes de peculato e fraude processual e provas colhidas nas investigações da operação policial foram utilizadas.

No primeiro inquérito concluído, um vereador afastado e servidor do Samae foi indiciado por fraude processual, eis que teria, em tese, obstruído a atuação da Justiça em inquérito policial que investigou fatos sobre o uso indevido de veículo (automóvel) do Samae para fins particulares.

Já no segundo inquérito concluído foram indiciadas duas pessoas no inquérito policial, ambas por peculato apropriação. Um deles, vereador afastado e servidor do Samae, por 10 crimes de peculato em concurso material e outro, ex diretor do Samae, foi indiciado por 1 crime de peculato em concurso com o primeiro indiciado.

As provas indicam, em tese, a utilização indevida e para fins particulares, de uma retroescavadeira pertencente ao Samae de Urussanga. O ex diretor já foi denunciado pelo Ministério Público de Santa Catarina por crimes de peculato, dirigir sob efeito de álcool e falsidade ideológica, com base em inquérito que apurou o uso indevido de um veículo do SAMAE.

Em ambos os inquéritos foi requerido o afastamento cautelar do indiciado, eis que estão sendo apurados outros fatos em inquérito policial. As penas do crime de peculato variam de dois a 12 anos de reclusão e multa. Já as penas do crime de fraude processual variam de três meses a dois ano de detenção e multa.

 

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Fonte: PCSC