Com a inauguração do Presídio Regional no Bom Pastor, o prédio do Humaitá passou a ter apenas mulheres. Mas a comunidade quer a construção de uma área de lazer no local.
Com a inauguração do Presídio Regional no Bom Pastor, o prédio do Humaitá passou a ter apenas mulheres. Mas a comunidade quer a construção de uma área de lazer no local.

Mirna Graciela
Tubarão

Os integrantes do Conselho Comunitário de Humaitá de Cima estão mobilizados para a construção da ala feminina ao lado do Presídio Regional de Tubarão, no bairro Bom Pastor. Eles serão recebidos pela secretária de estado de justiça e cidadania, Ada de Luca, na próxima terça-feira, para tratar do assunto.
O início das obras, anunciado para o primeiro semestre deste ano, foi feito pela secretária na inauguração do presídio masculino, em setembro do ano passado. Com a transferência das detentas do antigo presídio, no bairro Humaitá de Cima, uma área de lazer será construída no local.

A reivindicação da comunidade é antiga. “Vamos pedir informações de como está o andamento das ações, pois isto nos foi assegurado. Inclusive, recebemos um ofício dela, um mês após a inauguração do presídio, confirmando este compromisso. Nossa intenção é monitorar e cobrar este prazo”, explica o secretário do conselho, Clodoaldo de Medeiros.

Outra solicitação que será feita é a desativação do prédio do Instituto Médico Legal (IML), que fica ao lado do presídio feminino. “Parece que tem estudos para isto, que será transferido para a Unisul ou arredores. Os moradores têm interesse na estrutura para transformá-la futuramente em uma capela mortuária comunitária. Esta é outra reivindicação de tempos, queremos otimizar recursos e aproveitar o prédio do IML”, declara Clodoaldo.
A construção da ala feminina ao lado do Presídio no Bom Pastor será subsidiada pelo governo federal para. O que falta é a definição da localização exata do terreno para o início das obras.