Carro do policial foi encontrado abandonado a poucos metros onde estava o corpo da professora Hannelore   -  Fotos:Divulgação/Notisul
Carro do policial foi encontrado abandonado a poucos metros onde estava o corpo da professora Hannelore - Fotos:Divulgação/Notisul

Imbituba

O ex-subtenente da Polícia Militar de Imbituba, Ênio Sebastião de Farias, 53, irá a júri popular três anos após ter matado e enterrado a companheira em uma praia na cidade portuária da região, em abril de 2013. Ele confessou o crime passional praticado contra a professora Hannelore Sievert, 40.

O tribunal está inicialmente agendado para o dia 22 de setembro, às 9h30min, no Fórum de Imbituba. O réu confesso está recluso desde o dia 19 de abril de 2013, quando foi pego flagrado ao escapar para o exterior. Colegas de Hannelore, das escolas João Guimarães Cabral e André A. de Souza, devem acompanhar o júri, além, claro, da família da vítima, que espera pena máxima ao acusado: 30 anos.

A Polícia Civil desvendou o homicídio praticamente na mesma semana dos fatos. O CrossFox de Ênio foi localizado atolado nos arredores da Lagoa do Timbé, próximo da residência do casal. Estava com avarias na lataria e manchas de sangue no interior. O corpo da professora foi carbonizado após ela ter recebido uma pancada na cabeça desferida pelo ex-policial. Ela morreu em decorrência de um grave trauma cranioencefálico.