A justiça decidiu pelo arquivamento do inquérito policial envolvendo o deputado federal Daniel Freitas. O Ministério Público (MP) concluiu que não houve caracterização de violência doméstica e nem provas para indiciar o deputado.

No inquérito da Polícia Civil, a delegada Juliana Zapelini já apontava para o não indiciamento. A promotora de Justiça que analisou o inquérito manifestou-se no mesmo sentido, ou seja, pelo arquivamento do processo.

Segundo o parlamentar, o trabalho imparcial da Polícia e do Ministério Público foi essencial para o restabelecimento da verdade. “Foram dias difíceis para mim e para a minha família, mas sabíamos que o esclarecimento e a verdade dos fatos seriam apurados”, comenta.  

Entenda o caso

O caso se tornou público no dia 15 de janeiro. Quatro dias antes, a esposa de Freitas procurou a delegacia de Balneário Rincão para denunciar o fato. Na época, o deputado se manifestou sobre a acusação por meio de uma nota e alegou que “em momento nenhum agrediu fisicamente sua esposa”.  

A nota afirmou ainda que “o fato deu-se por motivações políticas entre ele e seu sogro, relacionadas à divergências partidárias, e que durante uma discussão os dois entraram em vias de fato, resultando na intervenção de sua esposa no ocorrido, na tentativa de acalmar as partes”.