A administração da loja entendia que poderia abrir e funcionar como correspondente bancário (caixas)/Crédito: Mirna Graciela/Notisul

A reportagem circulou hoje (3) pelo Centro de Tubarão e flagrou uma ação da Polícia Militar no momento em que fechavam as portas de uma loja de eletrodomésticos tradicional na cidade por não estar cumprindo as determinações do decreto estadual.

“Estamos averiguando esta denúncia de que o estabelecimento que, deveria estar fechado, estaria com as portas abertas. A administração da loja entendia que poderia abrir e funcionar como correspondente bancário (caixas), mas foi um equívoco na interpretação deles, por isso foi determinado o fechamento. Eles não estavam vendendo. As portas estavam abertas e a área de produtos isolada com uma fita zebrada para fazer o corredor até os caixas”, explicou o sargento Souza da Polícia Militar.

Sobre o número de denúncias atendidas pela corporação, o sargento destaca que atualmente existem bastante, o que depende do horário e, no momento, durante à noite, há bem menos. “No primeiro decreto, assim que entrou em vigor tivemos somente em uma manhã 35 denúncias, mas que foram diminuindo com o tempo, porém ainda temos”, completou.

Souza enfatiza que o efetivo da PM está baixo tendo em vista que a demanda é grande, e há muitos policiais com suspeita que estão afastados e os de risco atuando em serviços internos.

Após o trabalho de fiscalização da PM na loja, que foi resolvido entre policiais e administração do estabelecimento no esclarecimento das normas a serem cumpridas (entraram em um entendimento), duas guarnições estavam se deslocando para outras  denúncias de que havia mais duas lojas que estavam desobedecendo as medidas do decreto. “Essas que estamos indo agora não estão com as portas abertas, mas realizando serviços internos”, finalizou.