Paulinho Sachetti
Tubarão

O jovem tubaronense Adriano Giovane Vieira da Mota, 21 anos, foi condenado a 12 anos de prisão em regime fechado pelo assassinato de João Batista Medeiros, 44 anos, no dia 26 de dezembro de 2005, em um estacionamento ao próximo ao Clube 11 de Janeiro, em Tubarão. Ele foi a júri popular nesta sexta-feira à tarde, no Fórum de Tubarão.

Uma mulher foi a principal causa do crime. Ela estava em um baile com a vítima e, de repente, o deixou no local e foi até um estacionamento fumar crack com Adriano, de acordo com o advogado de defesa, Leandro do Amaral Pelletti, de Florianópolis.
O condenado e a mulher já teriam tido um caso e trocavam carícias.

Inconformado, João partiu para cima do condenado com uma faca. Porém, em um momento de desatenção, Adriano conseguiu arrancar-lhe a arma e desferiu nove golpes certeiros, que não resistiu aos ferimentos. A versão é da defesa. A promotoria não entendeu assim e alegou que a vítima teria sido golpeado pelas costas e que Adriano já estava armado. Ele foi condenado por homicídio qualificado.