Tubarão
 
Cerca de dez pessoas, entre parentes, amigos e outras testemunhas, foram ouvidas pelos policiais da Divisão de Investigações Criminais (DIC) de Tubarão desde o assassinato de Ruan Carlos Tártari, de 18 anos, na semana passada. Nos próximos dias estão programados mais depoimentos acerca do caso.
 
Segundo o delegado Adriano Almeida, que coordena a DIC, as investigações estão bem avançadas. “Por enquanto não podemos adiantar mais nada para não interferir em nosso trabalho”, resume o delegado. Ruan foi morto na última quarta-feira, em uma casa no bairro São João-ME. 
 
Ao contrário do que foi divulgado, quem estava com o jovem no momento do crime era sua tia, dona da casa. A mãe da vítima não presenciou o assassinato. Ela chegou depois ao local. Por volta das 19h20min, um homem invadiu a residência e atirou duas vezes contra Ruan, que estava sentado no sofá da sala.  
 
Mesmo baleado, ele correu para um dos quartos, mas foi alvejado mais uma vez, não resistiu e morreu. Depois o atirador fugiu em uma motocicleta com um comparsa. Este foi o quinto homicídio do ano, em Tubarão. Em Imbituba, Treze de Maio, Jaguaruna e Imaruí ocorreu um assassinato em cada cidade.