Tubarão

A espera de cerca de 80 pessoas que compareceram ao auditório da Justiça Federal na tarde de ontem era para saber se os imóveis de Flávio Bernardino iriam a leilão.
Nos bastidores, os advogados da família do ex-empresário esperavam ansiosos a suspensão do pregão. O pedido foi solicitado à Justiça Federal.
Terrenos e prédios poderiam ser arrematados até pela metade do preço original.
Porém, quem aguardou para ver a disputa pela batida do martelo que envolveria milhões de reais ficou frustrado.
Os advogados conseguiram suspender o leilão, pois acordaram o parcelamento da dívida com o Refis e acertaram o pagamento das custas processuais e honorários do leiloeiro.

Os sete imóveis não devem voltar a leilão pelo menos no prazo de um ano. “É importante que as pessoas tenham comparecido. Na primeira sessão, ocorrida no último dia 5, apenas 15 pessoas tiveram presentes. Hoje (ontem), foram arrematados mais produtos, terrenos, veículos”, confirma o leiloeiro Rogério Damiani.
Empresários de Tubarão, policiais, comerciantes, entre outras pessoas, aguardaram a decisão de despachar o pedido de anulação do arremate dos imóveis que pertenciam a Flávio Bernardino, pelo juiz da Vara da Justiça Federal, Alessander Fernandes.