O homem preso em Tubarão por pedofilia não era mais padre. Ele se mudou para a cidade há alguns anos, onde nunca exerceu a função de frei. Alguns padres da Paróquia de Tubarão encaminharam mensagens para o Notisul contestando a informação de que ele é um padre e afirmando que o homem nunca exerceu a função no município.

A Polícia Civil por intermédio da Delegacia de Delitos de Trânsito e Divisão de Crimes Ambientais, em ação conjunta da Delegacia de Proteção à Criança, Adolescente, Mulher e Idoso deu o cumprimento na tarde de quarta-feira (16) ao mandado de prisão (sentença condenatória) em desfavor do homem de 62 anos pelo crime de violação sexual, mediante fraude.

O homem já possui condenação anterior no estado de Goiás pelo mesmo crime. Na Denúncia, o Ministério Público ressaltou a desobediência a ordens judiciais de T.T.S. na prática dos abusos. E que ele, naquela época, já possuía outra condenação no Estado de São Paulo. 

A condenação em Goiás ganhou repercussão internacional, chegando a ser capa de uma revista conhecida nacionalmente e outros veículos de mídia, onde era conhecido como o “Frei Pedófilo”.

Em Tubarão, ele se apresentava em escolas e salões paroquiais alegando ser professor de música, utilizando desse argumento para conseguir se aproximar de crianças e adolescentes para cometer os crimes.