Amanda Menger
Tubarão

Desde fevereiro, a Guarda Municipal de Tubarão voltou a fiscalizar as ruas da cidade com o radar móvel. São dois aparelhos utilizados pela GMT para coibir o excesso de velocidade. Os pontos foram escolhidos em decorrência das reclamações da comunidade e da observação da sinalização.

“Entre as ruas que passamos a fiscalizar está a Conselheiro Mafra (atrás da Catedral, em direção ao Fórum) e a Manoel Miguel Bittencourt (do Presídio Regional). Elas foram repavimentadas e aumentou o número de acidentes. Hoje (ontem), fizemos um trabalho especial na Expedicionário José Pedro Coelho entre o Cestão e a Unisul, que antes não estava no nosso roteiro”, explica o diretor da GMT, Adailton do Livramento.

Antes de começar a fiscalização com o radar, a sinalização do limite de velocidade é observada. “No caso da Expedicionário, a comunidade reclamou e fomos constatar se a sinalização era eficiente. Solicitamos ao setor de engenharia da secretaria de segurança e trânsito da prefeitura e eles providenciaram as placas. Só depois disso passamos a atuar, porque o motorista tem que saber qual é o limite daquela via”, diz Adailton.

Como o radar não foi utilizado no ano passado, a GMT não tem dados comparativos sobre o número de acidentes e as infrações registradas. “No próximo ano, poderemos fazer a comparação. Caso não haja a redução dos casos nas vias onde atuamos com o radar móvel, poderá ser instalado o radar fixo. Não é indústria de multa. Se o motorista respeitar a sinalização, ele não é multado”, afirma o diretor da guarda.

Valores
Dos valores arrecadados com as multas, 5% é direcionado ao Fundo de Segurança e ainda cobre as despesas de postagem e a publicação em jornais. O que sobrar, 60%, é destinado à prefeitura, 20% para a Polícia Militar e 20% para a Polícia Civil. “O valor que fica para o município é usado para ações de fiscalização, sinalização, segurança e educação para o trânsito”, esclarece o diretor da GMT, Adailton do Livramento.