#ParaTodosVerem Na foto, uma viatura da Polícia Rodoviária Federal. Atrás há uma carreta com uma carga de toras de madeira
- Foto: PRF-SC | Divulgação

As estradas são patrimônios públicos e as obras feitas nelas são pagas por cada cidadão. Um dos maiores desafios em relação as rodovias federais é coibir de caminhões, carretas e outros veículos de carga transitem com peso excessivo daquele para o qual o veículo foi projetado. O sistema de freios e de suspensão ficam sobrecarregados e isso aumenta a chance de acidentes e traz riscos para o motorista e para outras pessoas que utilizam as rodovias. Sem contar que a prática contribui para que as vias tenham um desgaste muito mais rápido, com o surgimento de buracos, rachaduras e desníveis. E assim como a sociedade paga para construir as estradas, arca também com o custo para manutenções  cada vez mais constantes.

Além disso, o veículo não foi projetado para levar a carga excedente. Um dos focos do trabalho da Polícia Rodoviária Federal é justamente coibir que veículos de carga trafegam com peso excessivo. Em uma destas ações, nesta sexta-feira (5), na BR-101, em Araranguá, uma carreta foi flagrada com 11 toneladas de peso acima do permitido. A Scania com placas de São João Batista transportava toras de madeira pinus e o motorista só foi liberado depois que a carga excedente ser transbordada para outra carreta. Conforme dados da PRF, cerca de 4,5 mil toneladas de excesso de peso forma flagrados circulando em cima de caminhões e carretas nas rodovias de Santa Catarina neste ano.

Fonte: Polícia Rodoviária Federal

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