Paulinho Sachetti
Tubarão

Os assassinos do borracheiro Émerson de Oliveira Alvez, 26 anos, morto com pelo menos 14 tiros de pistola calibre 380, no fim de outubro do ano passado, no bairro São João, em Tubarão, ainda continuam livres. Apesar da intensa investigação da equipe da Central de Polícia de Tubarão, os criminosos ainda não foram presos.

Várias testemunhas foram ouvidas e todas as pistas colhidas são mantidas em sigilo pelos investigadores. O caso continua aberto e a polícia só deve encerrar o inquérito quando os suspeitos forem detidos. Os criminosos estavam em uma moto grande, branca. Eles teriam seguido o borracheiro da ponte Cavalcantte até a rua José Venâncio, onde começaram a atirar à queima-roupa. A vítima não teve como se defender e, certamente, não teria visto os marginais, já que chegou a ser alvejado pelas costas. Pelo menos três balas perfuraram o capacete e atingiram a cabeça de Émerson.

Mesmo caído no chão, os bandidos ainda pararam a moto e disparam mais tiros, já que ao lado do cadáver foram encontrados vários projéteis deflagrados. No dia do crime, o delegado Marcos Ghizzoni esteve presente no local e é um do responsáveis pela investigação. Tudo leva a crer que o motivo teria sido um acerto de contas com traficantes, já que o rapaz morto foi preso várias vezes com drogas e, no dia que morreu, ainda cumpria pena em regime semi-aberto por envolvimento com entorpecentes.