Armazém

Anderson Ceolin Nunes, de 38 anos, morreu em uma batida frontal entre um carro e um caminhão em Armazém, nesta sexta-feira, por volta das 20h, na SC-435. De acordo com a Polícia Militar Rodoviária (PMRv) de Gravatal, a esposa de Anderson e o condutor do caminhão foram encaminhados ao Hospital Santo Antônio, em Armazém.

A rodovia ficou interditada por mais de três horas. Conforme populares, devido ao à colsão, no bairro São Francisco, cerca de 40% do município ficou sem energia elétrica, pois um poste teria sido atingido por um dos veículos. O corpo da vítima foi recolhido ao Instituto Médico-Legal (IML) de Tubarão. A ocorrência foi registrada pela PMRv que, além do boletim de acidente, fez o controle do tráfego.

O Estado possui 92 rodovias estaduais. Neste ano, os acidentes com mortes nos primeiros seis meses caíram 15,53% em relação ao mesmo período do ano passado. Já nas rodovias federais que cortam SC, o número de mortes aumentou 3,5% em comparação com os seis primeiros meses de 2017. Nas BRs, reduziu apenas o total de acidentes e de feridos.

Segundo a Polícia Rodoviária Federal (PRF), nos seis primeiros meses ocorreram 4.465 acidentes, com saldo de 4.667 feridos e 204 mortos. No mesmo período do ano passado foram 5.150 colisões que deixaram 4.697 pessoas feridas e outras 197 mortas.

Santa Catarina é considerado o segundo Estado com mais registros de acidentes de trânsito com vítimas, atrás apenas de Minas Gerais. É o que revela a pesquisa divulgada pela Confederação Nacional do Transporte (CNT). Estradas sem manutenção, falta de sinalização adequada, obras, baixo efetivo de policiais e formação inadequada são apontados como os principais causadores de acidentes nas estradas federais que cortam o Estado Barriga-Verde.

Levando em conta a taxa de óbitos por 100 mil habitantes, Santa Catarina também figura entre os Estados com as rodovias federais mais letais do país. Em apenas 10 anos, a taxa superou a marca de 7,5 mortes. Apesar dos números alarmantes, a quantidade de vítimas fatais no ano passado foi a menor em uma década. Houve uma queda de 15% no número de mortes entre 2016 e 2017.