Assim que chegarem os coletes balísticos, os guardas municipais voltam a atuar nas ruas da cidade.
Assim que chegarem os coletes balísticos, os guardas municipais voltam a atuar nas ruas da cidade.

Mirna Graciela
Tubarão

Hoje, exatamente um mês após a trágica morte do guarda Marcelo Goulart da Silva, 33 anos, os integrantes da Guarda Municipal de Tubarão organizam-se para retornar os trabalhos na rua. Vinte e sete deles iniciarão, no dia 4 do próximo mês, o curso que os torna habilitados a usarem o armamento. As aulas serão feitas na Academia de Polícia Civil (Acadepol), em Florianópolis. O restante do grupo já está treinado.

A informação é do diretor da GMT, Adailton do Livramento. “É o que ficou acertado com o delegado José Airton Stang, diretor da Acadepol. Na próxima terça-feira nos reuniremos para definir os últimos detalhes”, antecipa Adailton.

Haverá mudanças em alguns procedimentos a respeito do convênio assinado ano passado entre a prefeitura e a Acadepol, em função da antecipação da data do curso.
Até o fim desta semana, a expectativa de Adailton é de que fiquem prontas as capas que revestirão os seis primeiros coletes balísticos, cedidos pela Polícia Rodoviária Federal de Tubarão. “As capas são feitas por uma empresa de Joinville. Quando chegarem, seis guardas voltarão a atuar nas ruas em situações emergenciais e no controle do trânsito, principalmente em horários de saídas das escolas”, revela Adailton. Hoje, a GMT atua apenas junto de algumas instituições. A expectativa é que até o próximo mês todos voltem às funções normais. Pelo menos este é o tempo previsto à chegada dos coletes e das armas.