No fim da tarde desta quinta-feira, quem seguia no sentido norte, deparava-se com a longa fila, no bairro Alvorada, em Capivari de Baixo
No fim da tarde desta quinta-feira, quem seguia no sentido norte, deparava-se com a longa fila, no bairro Alvorada, em Capivari de Baixo
Mirna Graciela
Tubarão
 
Não é mais surpreendente para ninguém a formação de filas na BR-101, especialmente em Laguna, onde ocorrem as obras na rodovia. A projeção da Polícia Rodoviária Federal (PRF) de Tubarão – de um aumento de 50% no fluxo de veículos – foi confirmada pelo intenso congestionamento.
 
Na manhã desta quinta-feira, véspera do Feriado da Proclamação da República – o fluxo já era intenso na rodovia e as longas filas chegaram a 11 quilômetros na localidade de bananal, na Cidade de Anita. E, nas horas, seguintes, ficaram ainda maiores. 
 
Por volta das 22 horas, eram 17 quilômetros entre Capivari de Baixo e Laguna. Este cenário não mudará enquanto as obras não terminarem. Além desse motivo, outro fator é apontado pelo chefe da delegacia da Polícia Rodoviária Federal (PRF) de Tubarão, Ewaldo Stelzenberger.
 
“A curiosidade é algo que também atrapalha. Os motoristas diminuem na ponte de Cabeçuda para observar a paisagem e até mesmo bater fotografias. Isso provoca muita lentidão”, alerta Ewaldo. 
 
Segundo ele, enquanto não existirem acessos alternativos viáveis por outras localidades (Jaguaruna, Pescaria Brava e o Farol de Santa Marta), as filas continuarão. “Entre Imaruí e Pescaria Brava tem uma estrada de chão, mas é terrível”, exemplifica.   
 
Enquanto isso, o jeito é não pegar a rodovia, caso seja possível. Do contrário, a ‘fórmula’ é ter uma boa dose extra de paciência e ter atenção redobrada para evitar acidentes. “Não adianta ser apressado em uma situação dessa, as pessoas já sabem os locais de fluxo intenso. Chegou em um trecho que há congestionamento, mantenha a clama, infelizmente não há o que fazer”, aconselha Ewaldo.